quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Cantora baiana Roberta Leal lança feat com Nelson Rufino

Em ritmo de samba, o single "O que dá sentido à vida", já está disponível nas plataformas digitais


Se é verão e Carnaval na Bahia, a música ganha um tom ainda mais especial e cheio de ritmo. E pra compor o set list da folia, a cantora e compositora Roberta Leal acaba de lançar seu mais novo single, e desta vez em parceria com o sambista baiano Nelson Rufino. A canção "O que dá sentido à vida", que tem composição assinada por Roberta, já está disponível nas plataformas digitais. -"A música “O que dá sentido à vida” é uma reflexão sobre a vida e sobre a importância de acolhermos a nossa história e reconhecermos o aprendizado adquirido em tudo que foi vivido. Ter a participação de Seu Nelson Rufino nessa canção foi uma honra e um grande presente para mim. Eu só posso agradecer e dizer que estou muito feliz!",- comenta a artista. 

Roberta Leal que tem uma história antiga no mercado musical e sempre foi fascinada por esse universo, já fez parte da banda African Bahia em 2012, um grupo percussivo com influências da MPB, samba, pop, ritmos latinos e africanos. No decorrer da sua caminhada e com toda a irreverência que lhe é particular, já participou também de algumas outras bandas e com elas animou shows e carnavais pelo Brasil a fora. Em 2024, lançou nas plataformas digitais, o seu primeiro EP com canções totalmente autorais. 



Música "O que dá sentido à vida: https://open.spotify.com/track/5iYKsRsknHbpdc8fjkXooR?si=NljzVDdtQRWDrGdWUatVlQ

https://youtu.be/SlxnsuMm5Gw?si=pTWe6qG1lESMUbQf




terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Rafique Saade marcou presença em show do cantor Uel durante o "Verão Pé na Areia", realizado na orla de Salvador

 

Rafique Saade marcou presença em show do cantor Uel durante o "Verão Pé na Areia", realizado na orla de Salvador

Evento aconteceu na Praia de Jaguaribe reunindo uma programação diversa com modalidades esportivas como vôlei de praia, futevôlei e beach tennis, além de aulas de dança, ações ambientais e uma estrutura esportiva ativa

Salvador foi palco de mais um momento especial neste verão de 2026. No sábado (24 de janeiro), o artista Rafique Saade fez uma participação surpresa no show do cantor Uel durante o evento Verão Pé na Areia, elevando ainda mais a vibração do evento. Reconhecido por sua presença de palco e carisma, Rafique animou o público com uma mistura de alguns dos seus grandes sucessos e que foram cantados em versões de samba, criando um encontro musical marcado por ritmo, identidade e energia ao lado de Uel. O Verão Pé na Areia é um projeto que ocupa a orla de Salvador com uma programação diversa, reunindo modalidades esportivas como vôlei de praia, futevôlei e beach tennis, além de aulas de dança e ações ambientais. Aos sábados, também promove shows, reforçando sua proposta de integrar esporte, cultura, lazer e sustentabilidade na praia de Jaguaribe, um dos cenários da cidade soteropolitana.

"A experiência foi além da música e se consolidou como um encontro simbólico com a dança baiana, evidenciando o Verão Pé na Areia como um projeto que promove integração artística, celebra talentos locais e fortalece a potência cultural da Bahia" comenta Rafique.




sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

O aquecimento global não desacelera e os pontos de não retorno estão cada vez mais perto de acontecer

 










A crise climática está nos empurrando para um caminho sem volta. O aquecimento global aumenta o risco de que sistemas naturais atinjam pontos de não retorno (tipping points), que são mudanças difíceis ou até impossíveis de reverter.

Os recifes de coral de águas quentes já estão ultrapassando o não-retorno, ameaçando os meios de subsistência de centenas de milhões de pessoas que dependem deles. As calotas polares também se aproximam desse ponto crítico, o que pode levar a uma elevação irreversível do nível do mar por vários metros.

Isso mostra a urgência de agir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e proteger os ecossistemas vitais do planeta.

Fonte:  @observatoriodoclima/ eunice.oc.eco.br

Relatório da ONU declaro o início de uma era de falência hídrica global

 

Um novo relatório da @onubrasil afirma que o mundo já entrou em uma era de falência hídrica global, marcada por perdas irreversíveis de rios, aquíferos, lagos, zonas úmidas e geleiras. O relatório alerta que a agenda atual - focada apenas em “crise” ou “estresse hídrico” - é insuficiente e defende uma mudança para a gestão da falência, reconhecendo limites já ultrapassados. 

Segundo o estudo, a poluição, o desmatamento e o aquecimento global levaram bilhões de pessoas a viverem em situação de insegurança hídrica crônica, com impactos diretos na produção de alimentos, na biodiversidade, na estabilidade econômica e na segurança climática global.

Os próximos passos passam pelas Conferências da ONU sobre Água de 2026 e 2028, pelo reposicionamento da água como eixo central das políticas climáticas, de biodiversidade e de desenvolvimento, e por decisões políticas que priorizem adaptação baseada na ciência, justiça hídrica e prevenção de novos danos irreversíveis.


Saiba mais: www.ecodebate.com.br/2026/01/21/relatorio-da-onu-declara-o-inicio-de-uma-era-de-falencia-hidrica-global/

Fonte: @clima.info

sábado, 17 de janeiro de 2026

A diferença entre Barlavento e Sotavento

A diferença entre Barlavento e Sotavento

 Na imagem, você pode ver claramente como a montanha atua como uma barreira do relevo.

Lado Úmido (Barlavento): O vento úmido vindo do oceano (ou de uma grande massa d'água) encontra a montanha.

Para conseguir passar, esse ar úmido é forçado a subir. Ao subir, ele se resfria, o vapor d'água se condensa e forma nuvens, resultando em chuva de relevo (ou chuva orográfica).

Por isso, esse lado da montanha é coberto por uma floresta verde e exuberante.

Lado Seco (Sotavento): Depois de descarregar sua umidade em forma de chuva no lado barlavento, o ar continua seu percurso, mas agora já está seco.

Ao descer o outro lado da montanha, esse ar seco se aquece. O ar quente tem maior capacidade de reter umidade, então ele absorve a pouca umidade que poderia existir no solo e na vegetação, criando uma área seca e árida com pouca ou nenhuma vegetação, como um deserto ou semiárido.

Esse é um exemplo perfeito de como o relevo, o vento e a umidade interagem para moldar as paisagens vegetais do nosso planeta.

Fonte: @geografiaideal

Manguezal, a melhor tecnologia de captura de carbono

 


Os manguezais são ecossistemas costeiros que atuam como a mais eficiente tecnologia natural para a captura de carbono. Sua capacidade de estocá-lo é muito superior à de florestas terrestres.

A magia dos manguezais reside em seu solo lamacento, que está constantemente alagado. Nesse ambiente, a decomposição da matéria orgânica, como folhas e galhos, ocorre de forma anaeróbia, ou seja, na ausência de oxigênio. Esse processo libera carbono de forma extremamente lenta. Em contraste, em ecossistemas terrestres, a decomposição é aeróbia, com oxigênio, o que libera o carbono rapidamente para a atmosfera. Por essa diferença, o solo dos manguezais funciona como um cofre, aprisionando grandes quantidades de carbono por milhares de anos.


Saiba mais no site e newsletter: Ministério do Meio Ambiente — Áreas Úmidas: Chave para enfrentar a mudança do clima (PDF)

Fonte: @arvoresertecnologico

DESTAQUES

Estreando no Carnaval de Salvador, cantora Larissa Mello comandará trio nos circuitos Campo Grande e Barra-Ondina

  Com trio independente e pela primeira vez na folia, cantora estará na avenida na segunda-feira (16 de fevereiro) no circuito Osmar/Campo G...