sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Um círculo de luz tomou conta do céu da Bahia: veja o que explica o halo solar registrado nesta sexta-feira

 


Um enorme círculo luminoso ao redor do Sol chamou a atenção dos baianos nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026. O fenômeno foi observado em diferentes pontos de Salvador e também ganhou registros em outras regiões do estado, despertando a curiosidade de moradores.

Quem olhou para o céu nesta sexta-feira teve a oportunidade de presenciar um verdadeiro espetáculo natural. Um anel luminoso e colorido apareceu ao redor do Sol, formando uma imagem que, para muitos observadores, lembrava um arco-íris circular.

O fenômeno é conhecido como halo solar e, apesar de sua aparência extraordinária, possui uma explicação científica.

Registros foram feitos em diferentes pontos de Salvador, onde moradores compartilharam imagens do círculo luminoso nas redes sociais. O fenômeno também foi registrado na Ilha de Itaparica e em outras localidades baianas. 

O que apareceu no céu da Bahia?

O halo solar é um fenômeno óptico atmosférico provocado pela interação da luz do Sol com pequenos cristais de gelo presentes em nuvens muito altas.

Essas nuvens, geralmente do tipo Cirrostratus, são finas e podem passar praticamente despercebidas para quem observa o céu a partir do solo. Entretanto, em grandes altitudes, elas podem conter inúmeros cristais de gelo.

Quando a luz solar atravessa esses cristais, sofre refração e reflexão, sendo desviada de maneira específica e criando o grande círculo luminoso ao redor do Sol. 

Por que o halo pode apresentar várias cores?

Uma das características que mais chama atenção é a possibilidade de o halo apresentar cores semelhantes às do arco-íris.

Isso acontece porque a luz branca do Sol é composta por diferentes comprimentos de onda. Ao atravessar os cristais de gelo, a luz pode ser desviada e separada em diferentes tonalidades.

Os cristais funcionam, nesse processo, de maneira semelhante a pequenos prismas naturais suspensos na atmosfera.

O resultado é um círculo que pode apresentar tonalidades avermelhadas, alaranjadas, amareladas e outras cores do espectro visível, dependendo das condições atmosféricas e do ângulo de observação.

Por que os cristais de gelo existem se a Bahia estava quente?

Essa é uma das curiosidades do fenômeno.

A presença do halo solar não significa que esteja frio na superfície.

Os cristais responsáveis pelo fenômeno encontram-se em nuvens localizadas em grandes altitudes, onde as temperaturas são muito mais baixas. Assim, mesmo com temperaturas elevadas em Salvador e em outras cidades baianas, pode haver gelo nas camadas superiores da atmosfera.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) a respeito do fenômeno observado na Bahia, a formação está relacionada justamente aos cristais de gelo presentes em nuvens muito altas. 

Por que ele apareceu justamente nesta sexta-feira?

A formação de um halo depende da combinação de alguns fatores atmosféricos.

É necessária a presença de nuvens altas contendo cristais de gelo, além de uma posição adequada do Sol e das condições necessárias para que a luz seja desviada pelos cristais.

Em Salvador, o fenômeno foi registrado por moradores de diferentes pontos da cidade nesta sexta-feira. A ocorrência também chamou atenção em outras áreas da Bahia. 

Isso mostra que o fenômeno não está necessariamente relacionado ao surgimento de uma tempestade ou a uma alteração anormal no Sol.

Salvador e outras regiões da Bahia registraram o fenômeno

O céu de Salvador foi um dos principais cenários dos registros desta sexta-feira.

Moradores de diferentes bairros fotografaram e filmaram o halo, compartilhando as imagens nas redes sociais. A cena também foi registrada na Ilha de Itaparica, mostrando que o fenômeno pôde ser observado em diferentes localidades da região. 

Também houve registros no sul da Bahia, incluindo Ilhéus, onde moradores observaram o anel luminoso ao redor do Sol. 

Assim, o fenômeno que chamou atenção na capital baiana também foi percebido em outras áreas do estado.

E existe halo ao redor da Lua?

Sim.

O mesmo princípio pode produzir o chamado halo lunar.

Nesse caso, a luz da Lua atravessa cristais de gelo presentes em nuvens de grande altitude e produz um círculo luminoso ao redor do satélite.

A diferença é apenas a fonte de luz: no halo solar, temos o Sol; no halo lunar, a Lua.

Um fenômeno natural, não um sinal de perigo

Apesar de impressionante, o halo solar é um fenômeno óptico natural e não representa, por si só, uma ameaça ou alteração anormal no Sol. 

Seu aspecto incomum, porém, faz com que muitas pessoas parem para fotografar e compartilhar o momento.

E foi exatamente isso que aconteceu na Bahia nesta sexta-feira.

 Atenção ao observar o halo solar

Existe, entretanto, um cuidado importante.

Nunca se deve olhar diretamente para o Sol, mesmo quando há um halo ao redor dele. A intensa radiação solar pode causar danos aos olhos.

Para registrar o fenômeno, é recomendável utilizar uma câmera ou celular sem direcionar o olhar diretamente para o Sol por períodos prolongados.

Por trás daquele enorme círculo luminoso existe uma combinação fascinante: luz solar, nuvens de grande altitude, cristais de gelo e leis da Física.

O que parece uma pintura gigantesca no céu é, na verdade, um fenômeno natural perfeitamente explicável, mas nem por isso menos surpreendente.

📷Mari Mendes

Cobertores gigantes de lã estão sendo usados para proteger uma geleira nos Alpes. A experiência suíça une ciência, sustentabilidade e uma pergunta urgente: até onde será preciso ir para proteger o gelo do planeta?


Cobertores de lã de ovelha são testados como alternativa às lonas de plástico para reduzir o derretimento de uma geleira nos Alpes suíços. 📷R7

Experimento na Suíça troca lonas de plástico por enormes mantas de lã em uma tentativa de reduzir o derretimento do gelo e reaproveitar um material que, em grande parte, acaba sendo descartado

Um cobertor gigante sobre uma geleira. A imagem pode parecer estranha, mas por trás dela existe uma experiência científica que busca enfrentar um dos sinais mais visíveis das mudanças climáticas.

Nos Alpes suíços, pesquisadores estão testando uma solução inusitada para desacelerar o derretimento do gelo: enormes cobertores feitos de lã de ovelha.

A experiência acontece na geleira Tsanfleuron, que se estende por aproximadamente 3,5 quilômetros. A proposta é descobrir se a lã pode proteger o gelo durante os meses mais quentes com eficiência semelhante à das tradicionais lonas de plástico.

Quando a lã vira uma aliada do gelo

Em junho, uma equipe formada pela Summit Foundation e pela Universidade de Lausanne instalou dois protótipos de cobertura em uma área de aproximadamente 200 metros da geleira.

Durante o verão, os pesquisadores passaram a acompanhar o local de perto. A cada duas semanas, novas medições eram realizadas para comparar o desempenho das mantas de lã com o das coberturas plásticas.

O objetivo era simples, mas ambicioso: descobrir qual material consegue retardar melhor a perda de gelo.

Segundo Timothee Steiner, gerente do projeto, os resultados observados até agora indicaram que a lã conseguiu conter o derretimento em nível semelhante ao plástico.

Uma solução para dois problemas

A experiência, porém, não trata apenas da preservação das geleiras.

Existe uma segunda questão por trás dos gigantescos cobertores: o desperdício de lã.

Na Suíça, entre 40% e 70% da lã produzida no país é descartada todos os anos. Um material natural, produzido pela criação de ovinos, acaba muitas vezes sem uma destinação adequada.

O projeto tenta transformar esse desperdício em uma oportunidade.

Em vez de ser simplesmente descartada, a lã poderia ganhar uma nova função: ajudar temporariamente na proteção de áreas glaciais.

 Por que cobrir uma geleira?

As coberturas funcionam como uma espécie de barreira física contra o calor. Ao cobrir o gelo, elas ajudam a reduzir a quantidade de energia térmica que chega diretamente à superfície.

Esse tipo de proteção já é utilizado em algumas geleiras europeias, especialmente em áreas consideradas importantes para atividades turísticas e esportivas.

A novidade do experimento suíço está justamente no material.

As tradicionais lonas sintéticas são substituídas por uma alternativa de origem natural, buscando reduzir também os impactos ambientais associados ao uso de materiais plásticos.

Mas será que um cobertor pode salvar uma geleira?

A resposta precisa ser vista com cautela.

As mantas podem ajudar a diminuir o derretimento em áreas específicas, mas não conseguem resolver a causa principal do recuo das geleiras: o aumento das temperaturas associado às mudanças climáticas.

Ou seja, a lã pode proteger uma determinada superfície de gelo, mas não consegue interromper o processo global de aquecimento.

Ainda assim, experiências como essa podem ajudar os pesquisadores a encontrar formas de ganhar tempo e preservar áreas consideradas estratégicas.

 Uma imagem que diz muito sobre o nosso planeta

Existe algo de simbólico nessa experiência.

De um lado, está uma das maiores consequências do aquecimento do planeta: o desaparecimento gradual das geleiras.

Do outro, um material produzido pela natureza e que frequentemente é descartado: a lã das ovelhas.

No encontro dos dois, surge uma experiência que mistura ciência, reaproveitamento de resíduos e preservação ambiental.

Talvez os enormes cobertores não sejam capazes de impedir o desaparecimento das geleiras. Mas eles ajudam a levantar uma questão fundamental:

Se já precisamos cobrir o gelo para protegê-lo do calor, o que isso revela sobre as transformações que estão acontecendo no planeta?

 Para saber mais

O experimento realizado na geleira Tsanfleuron faz parte de uma busca por alternativas mais sustentáveis para reduzir a perda de gelo durante os períodos de maior calor. Os próximos resultados serão importantes para avaliar se a lã poderá realmente se tornar uma alternativa viável às coberturas sintéticas.

A experiência pode parecer inusitada, mas a mensagem é bastante concreta: diante das mudanças climáticas, até a lã que antes era descartada pode ganhar uma nova função na tentativa de preservar o gelo dos Alpes.


Ilustração: IA/ ChatGpt


segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Dia da Árvore: Por que esta data vai muito além de plantar uma muda

 



No dia 21 de setembro, celebramos o Dia da Árvore. A data marca o início da primavera no Hemisfério Sul, simbolizando o renovar da vida e a importância da biodiversidade. No entanto, em um momento em que enfrentamos transformações climáticas intensas e eventos extremos em todo o mundo, celebrar as árvores deixou de ser apenas um ato poético para se tornar uma questão urgente de sobrevivência e bem-estar.

As árvores são verdadeiras engenheiras da natureza e desempenham papéis cruciais no nosso dia a dia, mesmo para quem vive no centro das grandes cidades.



Por Que as Árvores São Vitais para Nossas Cidades e Planeta?



  • Regulação Térmica: Árvores funcionam como "ar-condicionado natural". Áreas arborizadas podem reduzir a temperatura ambiente em até 2°C a 8°C em comparação com zonas asfaltadas, combatendo as ilhas de calor urbanas.

  • Purificação do Ar e Produção de Oxigênio: Elas filtram poluentes como dióxido de enxofre, monóxido de carbono e partículas finas, retendo poeira em suas folhas e liberando oxigênio limpo.

  • Combate às Mudanças Climáticas: As florestas são grandes sumidouros de carbono. Ao absorverem dióxido de carbono (CO_2), as árvores ajudam a conter o aquecimento global.

  • Proteção do Solo e da Água: As raízes fixam o solo, prevenindo a erosão e o deslizamento de terras em períodos de chuvas intensas, além de facilitar a infiltração da água da chuva, abastecendo os lençóis freáticos.

  • Saúde Mental e Bem-Estar: Estudos mostram que o contato visual ou físico com áreas verdes reduz os níveis de estresse, ansiedade e melhora a concentração e o humor.



Como Fazer a Diferença Além do Dia 21 de Setembro

Plantar uma árvore é incrível, mas a conscientização precisa se transformar em práticas diárias. Veja como você pode contribuir:




  1. Apoie Projetos de Reflorestamento: Doe ou participe de ONGs locais que atuam na recuperação de áreas degradadas e na preservação da Mata Atlântica, Amazônia ou do Cerrado.

  2. Consuma de Forma Consciente: Opte por marcas que tenham certificação florestal (como o selo FSC), garantindo que a madeira e o papel venham de fontes sustentáveis.

  3. Cumpra o Papel de Guardião Urbano: Cuide das árvores do seu bairro ou calçada. Evite jogar lixo nas raízes e reporte maus-tratos ou podas drásticas irregulares às autoridades ambientais da sua cidade.

  4. Eduque e Compartilhe: Converse com crianças, amigos e colegas sobre a relevância da preservação ambiental. O conhecimento é o primeiro passo para a mudança de comportamento.



Um Compromisso Com o Futuro


O Dia da Árvore é um lembrete diário de que nossa qualidade de vida está diretamente ligada à saúde dos ecossistemas ao nosso redor. Cuidar das florestas e da arborização urbana é investir no ar que respiramos, na água que bebemos e no futuro das próximas gerações.

Neste 21 de setembro, faça a sua parte: conecte-se com a natureza, proteja o verde ao seu redor e ajude a espalhar essa semente!


Super El Niño e o Planeta em Mutação: O Que o Brasil e o Mundo Devem Esperar

 

1. O Despertar do "Monstro" Climático

O mundo observa, em tempo real, o despertar de um gigante. A convergência entre o fenômeno natural El Niño e o aquecimento global antropogênico está gestando o que a comunidade científica classifica como um "Super El Niño". O critério técnico é alarmante: uma anomalia térmica que deve superar os 2,5°C acima da média histórica. Segundo Michael Mcfarden, a maior autoridade mundial no tema, estamos diante de um "monstro El Niño" que, ao encontrar um planeta já febril, torna quase inevitável que o biênio entre 2024 e 2027 registre os anos mais quentes da história da humanidade. O pico de intensidade é aguardado entre o último trimestre de 2023 e o primeiro trimestre de 2024, podendo estender seus efeitos severos até o início de 2027.

2. O Impacto no Brasil: Um País Dividido por Extremos

A dimensão continental do Brasil atua como um laboratório para a crise climática, manifestando-se em uma dualidade de desastres que desafia a infraestrutura nacional.

Calor e Seca: O "Barril de Pólvora" no Centro-Norte

O cenário de temperaturas recordes em pleno inverno — como os 38°C em Corumbá (MS), 37°C em Cuiabá e marcas superiores a 30°C em São Paulo (6 a 7°C acima do normal) — não é apenas um desconforto térmico. Esse calor extremo atua como um catalisador para crises ambientais:

  • Baixa Umidade: Índices críticos entre 20% e 30% transformam biomas como o Pantanal e o Cerrado em áreas de risco extremo.
  • Queimadas: A vegetação ressecada e o ar árido facilitam a propagação de incêndios, muitas vezes incontroláveis.

Tempestades e Enchentes no Sul e Sudeste

No Sul do país, o El Niño altera a circulação de ventos, represando frentes frias que, ao colidirem com massas de ar excepcionalmente quentes, geram instabilidades explosivas. O histórico recente de Santa Catarina, com 135 municípios afetados e infraestrutura dizimada, serve de presságio. Esperam-se ventanias superiores a 100 km/h, queda de granizo e inundações severas.

O Desafio da Sobrevivência no Campo

O setor agropecuário, pilar da economia brasileira, adota táticas de guerra para mitigar os prejuízos.

Produtor / Região

Impactos Esperados

Estratégias de Mitigação

Hortaliças (Mogi das Cruzes/SP)

Sufocamento radicular por excesso de chuva e queima foliar pós-tempestade.

Abertura de valas laterais e uso de "valas mestres" com bombas de sucção.

Pecuária (Eldorado do Sul/RS)

Perda de qualidade das pastagens e estresse térmico severo nos animais.

Formação de estoques estratégicos de forrageiras para garantir a engorda em períodos críticos.

3. Crônica de Eventos Extremos: Sinais de um Planeta em Colapso

A ciência moderna agora busca no passado geológico as chaves para entender o presente. Pesquisadores realizaram expedições a cavernas da Mata Atlântica, avançando 500 metros subsolo adentro para analisar estalagmites e sedimentos. Esses registros revelam a história climática de 2.300 anos, provando que a frequência e a intensidade dos eventos atuais rompem padrões milenares.

  • O "Tsunami Meteorológico" em Laguna (SC): Na Praia do Cardoso, o recuo e avanço súbito do mar arrastou barcos e invadiu estruturas. Cientistas explicam que essas variações abruptas de pressão atmosférica em frentes frias intensas, potencializadas pelo clima instável, criam ondas de choque oceânicas devastadoras.
  • A Devastação no Himalaia: Na fronteira Nepal-Tibete, o derretimento acelerado das geleiras provocou um colapso de proporções épicas. Uma massa de gelo de 600 metros de largura (equivalente a 6 campos de futebol ou 2 navios Titanic) desprendeu-se a 5.200 metros de altitude. O bloco não apenas caiu, mas percorreu um trajeto devastador de quase 10.000 metros vale abaixo, bloqueando rios e criando uma "cabeça d'água" colossal de lama e rochas.

4. Ciência e Projeções de Longo Prazo

A capacidade humana de prever o futuro está sendo testada ao limite. Modelos matemáticos da década de 90 já não conseguem processar a não-linearidade do aquecimento atual.

O Futuro Segundo a Universidade de Bristol

Simulações em supercomputadores da Universidade de Bristol projetam um cenário terminal caso o ritmo atual persista:

  • Termômetros Mortais: Ondas de calor de até 70°C tornariam vastas regiões da Terra inabitáveis para humanos e animais.
  • Reconfiguração Geológica: A união dos continentes por movimentos tectônicos, aliada ao aumento de erupções vulcânicas, elevaria drasticamente os níveis de gás carbônico, criando um efeito estufa irreversível.

A Urgência Tecnológica e Humanitária

O INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) projeta triplicar sua capacidade de processamento nos próximos 3 anos. A atualização é vital, pois os dados históricos não servem mais de guia para um planeta em território desconhecido. A falha na adaptação já cobra seu preço em vidas: 5.000 mortos na Líbia por tempestades, 45.000 na Turquia e Síria e 43.000 vítimas da seca na Somália.

5. Conclusão: O Desafio da Adaptação

O Super El Niño não é um evento isolado, mas um acelerador de uma tendência global de mutação. A transição climática exige que o avanço tecnológico caminhe lado a lado com uma mudança radical de comportamento. Como pontuou a brasileira Ana Serra, diante das evidências científicas de colapso, a missão da nossa geração é "cuidar do planeta hoje para tentar salvar o que for possível". A mitigação não é mais uma opção política, mas um imperativo biológico para a sobrevivência das próximas décadas.


Foto: IA ( Chtgpt)

DESTAQUES

Um círculo de luz tomou conta do céu da Bahia: veja o que explica o halo solar registrado nesta sexta-feira

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