O quarto dia do Carnaval de Salvador transformou o Circuito Osmar em um verdadeiro mar de gente, alegria e energia contagiante. No coração da folia, a tradição falou mais alto e a festa mostrou, mais uma vez, por que o Centro é a alma do Carnaval.
Um dos momentos mais aguardados foi a pipoca de Saulo, que arrastou uma multidão pelas ruas do Campo Grande. Sem cordas, sem barreiras e com muito amor, Saulo comandou um espetáculo de celebração coletiva, embalado por sucessos que fizeram o público cantar em coro. Era sorriso no rosto, abraço apertado e aquela energia positiva que só o Carnaval raiz consegue proporcionar.
E quando o calor parecia querer dominar a tarde, a chuva chegou como bênção. Longe de espantar os foliões, refrescou, renovou o fôlego e chamou ainda mais gente para a rua. Foi aquele banho coletivo que mistura suor, água e felicidade, cenário perfeito para manter a vibração lá em cima.
A festa seguiu pulsando forte com a potência percussiva da Timbalada, que levou seus tambores e sua identidade marcante ao circuito. O swing inconfundível do Psirico também sacudiu a multidão, transformando o asfalto em pista de dança a céu aberto. Já Lincoln Senna manteve o clima de alto astral, mostrando que o Carnaval do Campo Grande segue vivo, forte e democrático.
No quarto dia, o Circuito Osmar reafirmou sua essência: tradição, diversidade musical e o povo como protagonista. Entre chuva refrescante, pipoca lotada e tambores vibrando, o Campo Grande provou que a magia do Carnaval de Salvador continua pulsando no Centro, com alegria que não se mede, se sente.






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