quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O que é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)?

 

MATAS CILIARES E SUA IMPORTÂNCIA

 

O que são Terras Raras? E para que servem?

 


Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos da tabela periódica, compostos por 15 elementos da série dos lantanídeos (do lantânio ao lutécio), além do escândio e do ítrio, que possuem propriedades químicas semelhantes. Apesar do nome, esses elementos não são exatamente "raros" na crosta terrestre; o termo se refere à dificuldade de encontrá-los em concentrações economicamente viáveis para extração.

Esses elementos são fundamentais na fabricação de uma ampla gama de tecnologias modernas, como:

* Ímãs potentes usados em turbinas eólicas e motores elétricos;

* Telefones celulares, telas de LED e baterias recarregáveis;

* Equipamentos médicos e sistemas de defesa (radares, lasers, etc.).

A extração e o processamento das terras raras são complexos e causam impactos ambientais significativos, pois geralmente envolvem o uso de produtos químicos tóxicos e geram resíduos radioativos. Atualmente, a China domina a produção mundial, o que levanta preocupações geopolíticas e econômicas quanto ao abastecimento global desses materiais estratégicos.

Em resumo, terras raras são elementos cruciais para o avanço tecnológico, mas seu uso envolve desafios ambientais, econômicos e estratégicos importantes.




📷Jornal da USP

CONHEÇA A ÁRVORE EMBIRUÇU

 


O embiruçu é uma árvore nativa que pode atingir até 25 metros de altura, com copa e galhos esparsos. É considerada uma espécie pioneira e secundária, colonizadora de clareiras, sendo empregada no plantio para recuperação de áreas degradadas e de preservação permanente.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Carnaval Raiz! Pipoca do Mudei de Nome leva uma multidão e agita circuito Campo Grande!

 


A tradicional Pipoca do Mudei de Nome mostrou, nesta terça-feira (17), que o Carnaval raiz segue mais vivo do que nunca. No circuito Circuito Osmar, a rotulada “pipoca dos 40+” arrastou uma multidão apaixonada pelos clássicos que marcaram época e embalaram gerações.

Conhecida por reunir foliões que viveram intensamente os carnavais das décadas passadas, a pipoca levou para a avenida sucessos que fizeram o chão do Campo Grande tremer. Era um coro coletivo, cheio de memória afetiva, abraços demorados e aquela vibração que só quem já curtiu bloco de trio nos anos dourados entende.

E não é porque se trata da despedida do Carnaval de 2026 que a turma desanimou. Muito pelo contrário, o sol brilhou para que as estrelas do Axé Music desfilassem na passarela carnavalesca. A energia foi de celebração, reencontro e gratidão. A banda transformou a avenida em uma verdadeira viagem no tempo, provando que o espírito do Carnaval raiz resiste, emociona e continua arrastando multidões.

Entre guitarras afiadas, letras que atravessaram décadas e um público fiel, a Pipoca do Mudei de Nome reafirmou seu lugar como símbolo da folia tradicional. No Campo Grande, a emoção falou mais alto,  e o Carnaval se despediu em grande estilo, com gosto de quero mais.



terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Segunda-feira foi de energia positiva no Dodô: Ivete, Camaleão, Gandhy e Xanddy sacudiram Salvador!


Bloco Camaleão

A segunda-feira de Carnaval amanheceu elétrica em Salvador. No Circuito Dodô (Barra-Ondina), o mar azul fez moldura para uma multidão vibrante que transformou a orla em um corredor de alegria, tradição e potência musical. A folia seguiu com força total, reunindo grandes nomes da música baiana, blocos históricos e trios que arrastaram uma verdadeira onda de energia do Farol até Ondina.

O  Bloco Coruja, comandado por Ivete Sangalo, foi um espetáculo à parte. Ivete surgiu radiante, dona de uma presença que contagiou do primeiro ao último acorde. O circuito pulsou ao som de seus sucessos, enquanto a multidão cantou em uníssono, formando um coral gigante a céu aberto. Foi impossível ficar parado: o Coruja passou  deixando um rastro de euforia, emoção e conexão coletiva.

Bloco Coruja

Logo atrás, o tradicional Bloco Camaleão coloriu o circuito com seus abadás azuis, criando um verdadeiro mar de alegria que avançou pela avenida. A cada batida, a energia cresceu, os foliões se abraçaram e transformam o percurso em uma celebração vibrante da música baiana. O azul tomou conta da Barra-Ondina, simbolizando união e intensidade em mais um desfile histórico. Bell Marques mais uma vez balançou a galera do Camaleão no percurso do Circuito Dodô, com muita energia e repertório forte.










Deputado Zé Neto e sua esposa Naiana, jornalista Silvana Pinto, Lílian Oliveira

Entre um trio e outro, surgiu o tapete branco dos Filhos de Gandhy. Com seus turbantes e colares azuis, eles espalharam mensagens de paz e espiritualidade, mantendo viva uma das tradições mais emblemáticas do Carnaval. A passagem do bloco foi marcada por respeito e admiração, um momento em que a festa também se veste de fé e ancestralidade.



A musicalidade ganhou delicadeza e força feminina com as Filhas de Gandhy, que reafirmaram a importância da representatividade e do protagonismo das mulheres na cultura afro-baiana. Seus cantos e ritmos ecoaram como resistência e celebração, ampliando o significado da festa para além da diversão.

E quando o pagode tomou conta do circuito, o balanço de Xandy sacodiu a multidão. O cantor transformou a avenida em um grande baile a céu aberto, com coreografias sincronizadas, sorrisos largos e uma energia contagiante que fez o asfalto tremer. Foi o ritmo quente que embalou a segunda-feira e reafirmou: em Salvador, a folia não conhece cansaço.

No Circuito Dodô, cada trio que passou escreveu mais um capítulo dessa história vibrante. A segunda-feira confirmou que o Carnaval da capital baiana é feito de música, tradição, fé, ancestralidade e, acima de tudo, de um povo que sabe celebrar como ninguém.






domingo, 15 de fevereiro de 2026

Pipoca de Saulo arrasta multidão, chuva refresca o circuito e Timbalada, Psirico, Lincoln Senna mantêm a energia lá no alto!

 


O quarto dia do Carnaval de Salvador transformou o Circuito Osmar em um verdadeiro mar de gente, alegria e energia contagiante. No coração da folia, a tradição falou mais alto e a festa mostrou, mais uma vez, por que o Centro é a alma do Carnaval.

Um dos momentos mais aguardados foi a pipoca de Saulo, que arrastou uma multidão pelas ruas do Campo Grande. Sem cordas, sem barreiras e com muito amor, Saulo comandou um espetáculo de celebração coletiva, embalado por sucessos que fizeram o público cantar em coro. Era sorriso no rosto, abraço apertado e aquela energia positiva que só o Carnaval raiz consegue proporcionar.

E quando o calor parecia querer dominar a tarde, a chuva chegou como bênção. Longe de espantar os foliões, refrescou, renovou o fôlego e chamou ainda mais gente para a rua. Foi aquele banho coletivo que mistura suor, água e felicidade, cenário perfeito para manter a vibração lá em cima.

A festa seguiu pulsando forte com a potência percussiva da Timbalada, que levou seus tambores e sua identidade marcante ao circuito. O swing inconfundível do Psirico também sacudiu a multidão, transformando o asfalto em pista de dança a céu aberto. Já Lincoln Senna manteve o clima de alto astral, mostrando que o Carnaval do Campo Grande segue vivo, forte e democrático.



No quarto dia, o Circuito Osmar reafirmou sua essência: tradição, diversidade musical e o povo como protagonista. Entre chuva refrescante, pipoca lotada e tambores vibrando, o Campo Grande provou que a magia do Carnaval de Salvador continua pulsando no Centro, com alegria que não se mede, se sente.