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| Audálio Dantas |
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| Audálio Dantas |
Energia sustentável é toda energia elétrica originada a partir de fontes renováveis que não geram impactos ao meio ambiente, como a energia solar fotovoltaica e a eólica.
Nibs de Cacau
Tendência na indústria que vem conquistando cada vez mais pessoas ao redor do
mundo por conta de seus benefícios para a saúde, textura e sabor único.
Das nibs são feitos os chocolates!!
Super crocantes, as nibs são o chocolate em sua forma mais pura e menos
processada.
Com sabor intenso de chocolate amargo, são macias por conta da presença da
manteiga de cacau.
Consumir nibs de cacau é uma forma muito carinhosa de cuidar do seu corpo, da
sua saúde e promover longevidade.
Escrito pela empresária baiana Danila Maia, o livro traz a história forte e desafiadora na vida da autora, superação e empreendedorismo feminino, tendo como foco ajudar e inspirar outras mulheres.
No dia 14 de outubro (quarta-feira) acontecerá em Salvador, o segundo lançamento do livro "O Poder de uma Escolha", assinado pela autora e empresária baiana Danila Maia. O evento será realizado na Livraria Leitura do Salvador Shopping das 18h às 20h30 e aberto ao público. Sucesso de vendas desde que foi apresentado oficialmente pela primeira vez no mês de julho em evento para convidados num restaurante do Rio Vermelho, o livro relata a história forte e desafiadora na vida da autora. A primeira obra de Danila fala sobre superação e empreendedorismo feminino, tendo como foco ajudar e inspirar outras mulheres.
Nas 120 páginas do livro, mostra que escolhas podem transformar uma vida inteira, que não existe um caminho totalmente pronto, mas que as escolhas definem onde você irá chegar. _"Você não escolhe onde começa, mas escolhe quem decide se tornar. A vida não muda quando você entende. A vida muda quando você decide"_, afirma. "O Poder de uma Escolha" é composto por capítulos com reflexões e atividades práticas para as mulheres entenderem sua história e reconhecerem que podem chegar onde quiserem, principalmente no mundo dos negócios. _"Você pode ir além. Não com facilidade e sem custo, mas com escolhas que te aproximem daquilo que você sempre sonhou"_, declara a autora. Com publicação da Editora Legado, a obra está disponível pela internet, através da plataforma Amazon.
Mais sobre Danila Maia
De Várzea da Roça (BA), desde os seus nove anos começou a trabalhar. Foi mãe enquanto cursava o ensino médio, já lavou copos num restaurante e cresceu num ambiente familiar de pobreza e violência doméstica. Saiu de uma cidade do interior para morar com seus pais em São Paulo, enfrentou dificuldades e voltou para a Bahia, indo morar em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. No mercado por 25 anos atuando como Empreendedora, Advogada Empresarial, Gestora Financeira, Mentora de Mulheres Empreendedoras e CEO, tendo como sócia sua filha Sarah Maia, à frente da Medcall - empresa inovadora no mercado de saúde na Bahia, Danila Maia acaba de retornar das férias em Paris junto com Sarah e também ter cumprido uma agenda de compromissos em Portugal, onde foi homenageada na Academia de Letras e lançou seu livro no país.
📸 Divulgação
O Dia do Nordestino é uma oportunidade de celebrar a força, a coragem e a riqueza cultural do povo nordestino. É uma data para reconhecer a história de pessoas que, mesmo diante das dificuldades, carregam consigo esperança, determinação e orgulho de suas raízes.
Ser nordestino é ter uma cultura marcada por tradições, músicas, danças, culinária, festas populares e um jeito único de viver e acolher. É valorizar o forró, o cordel, o repente, o São João, o artesanato e tantos outros elementos que tornam o Nordeste tão especial.
O povo nordestino também se destaca pela sua capacidade de lutar, vencer desafios e seguir em frente sem perder a alegria e a fé. Sua contribuição para a história e para a cultura do Brasil é enorme e merece ser reconhecida e respeitada.
Neste Dia do Nordestino, celebremos nossas raízes, nossa identidade e a diversidade que faz do Nordeste uma região tão rica e encantadora.
Ser nordestino é carregar no coração orgulho, resistência, alegria e amor por uma terra cheia de histórias e tradições. Viva o Nordeste e viva o povo nordestino!
O que normalmente iria para o lixo pode ganhar uma segunda vida e ajudar no combate à poluição de rios, lagos e oceanos. Fios de cabelo humano e pelos de animais estão sendo utilizados em iniciativas ambientais para absorver óleo, graxa e outros contaminantes presentes na água.
À primeira vista, parece uma solução inusitada: recolher cabelos descartados em salões de beleza e pelos provenientes de animais para ajudar na limpeza de ambientes aquáticos. Mas por trás da ideia existe uma característica natural desses materiais: sua estrutura fibrosa e a presença de queratina favorecem a retenção de substâncias oleosas.
A iniciativa começa com algo bastante simples: a coleta dos fios que seriam descartados.
Salões de beleza podem separar cabelos cortados e encaminhá-los para projetos que transformam esse material em mantas, barreiras, redes ou tubos absorventes. O objetivo é criar estruturas capazes de permanecer em contato com a água e concentrar os contaminantes em seu interior.
Em alguns projetos, o cabelo é colocado dentro de redes ou materiais têxteis, formando uma espécie de barreira flutuante. Essas estruturas podem ser posicionadas em áreas afetadas por derramamentos de óleo ou em canais e corpos d'água contaminados.
O segredo está nas características físicas e químicas da fibra capilar.
O cabelo humano é formado principalmente por queratina, uma proteína resistente que apresenta uma superfície capaz de interagir com substâncias oleosas. Além disso, a grande quantidade de fibras reunidas em uma manta aumenta a área disponível para a retenção do óleo.
Segundo iniciativas que utilizam essa tecnologia, um quilograma de cabelo pode reter várias vezes o seu próprio peso em óleo, embora a capacidade efetiva dependa do tipo de material, de como ele foi preparado e das condições da contaminação.
É importante destacar que isso não significa que uma pequena quantidade de cabelo seja capaz de descontaminar sozinha um rio ou oceano. A técnica funciona como uma ferramenta complementar de contenção e absorção, especialmente em determinados tipos de contaminação.
Depois de preparados, os fios podem formar estruturas semelhantes a boias ou barreiras absorventes.
Essas estruturas são colocadas em pontos estratégicos, onde entram em contato com a água contaminada. O material absorve principalmente compostos oleosos, ajudando a impedir que parte da contaminação se espalhe.
A técnica pode ser particularmente interessante em situações envolvendo óleos, combustíveis e derivados de petróleo, desde que utilizada dentro de um sistema adequado de contenção e recolhimento.
Essa é uma das etapas mais importantes do processo.
Depois de absorver os contaminantes, o material não pode simplesmente ser retirado da água e descartado de qualquer maneira. O cabelo passa a conter os poluentes que absorveu e, portanto, precisa receber uma destinação adequada.
Dependendo do projeto e do tipo de contaminação, podem ser estudadas alternativas como tratamentos biológicos, processos de recuperação dos contaminantes ou outras formas controladas de descarte e reaproveitamento.
Por isso, a ideia de transformar o cabelo usado em adubo precisa ser analisada caso a caso. Cabelo limpo pode ser aproveitado em determinadas aplicações agrícolas, mas material que absorveu petróleo, combustíveis ou outros contaminantes não deve ser colocado diretamente no solo.
Além da capacidade de absorção, a proposta chama atenção por outro motivo: ela transforma um resíduo cotidiano em matéria-prima para uma ação ambiental.
Todos os dias, toneladas de cabelos são cortadas em salões de beleza. Grande parte desse material acaba no lixo comum. Ao ser coletado de maneira organizada, entretanto, o cabelo pode entrar em uma cadeia de reaproveitamento.
A mesma lógica pode ser aplicada a pelos de animais, desde que o material seja coletado, preparado e utilizado dentro de protocolos adequados.
Apesar de parecer uma solução quase perfeita — barata, abundante e baseada em um material natural , o uso de cabelo para combater a poluição não substitui métodos convencionais de recuperação ambiental.
Em grandes acidentes envolvendo petróleo, por exemplo, a contenção precisa envolver equipamentos especializados, barreiras de emergência, recolhimento do material contaminado e tratamento adequado.
O cabelo pode funcionar como uma ferramenta complementar, principalmente em projetos de pequena escala, ações comunitárias, educação ambiental e determinadas situações de contenção de contaminantes oleosos.
A ideia por trás dessa tecnologia é simples e poderosa: um material que seria descartado pode se transformar em uma ferramenta para enfrentar outro problema ambiental.
O cabelo que ontem estava no chão de um salão pode, depois de coletado e preparado corretamente, fazer parte de uma barreira utilizada para conter óleo na água.
Mais do que uma curiosidade, a iniciativa mostra como a economia circular pode encontrar soluções em materiais que normalmente ignoramos. Em vez de pensar apenas em retirar resíduos do ambiente, pesquisadores e projetos ambientais buscam descobrir como aquilo que seria lixo pode voltar para a cadeia produtiva e ajudar a resolver outros problemas.
No combate à poluição dos oceanos, rios e lagos, talvez uma das respostas esteja justamente em algo que carregamos todos os dias sobre a cabeça, e que normalmente simplesmente jogamos fora.
📷green salon collective
Um enorme círculo luminoso ao redor do Sol chamou a atenção dos baianos nesta sexta-feira, 25 de setembro de 2026. O fenômeno foi observado em diferentes pontos de Salvador e também ganhou registros em outras regiões do estado, despertando a curiosidade de moradores.
Quem olhou para o céu nesta sexta-feira teve a oportunidade de presenciar um verdadeiro espetáculo natural. Um anel luminoso e colorido apareceu ao redor do Sol, formando uma imagem que, para muitos observadores, lembrava um arco-íris circular.
O fenômeno é conhecido como halo solar e, apesar de sua aparência extraordinária, possui uma explicação científica.
Registros foram feitos em diferentes pontos de Salvador, onde moradores compartilharam imagens do círculo luminoso nas redes sociais. O fenômeno também foi registrado na Ilha de Itaparica e em outras localidades baianas.
O halo solar é um fenômeno óptico atmosférico provocado pela interação da luz do Sol com pequenos cristais de gelo presentes em nuvens muito altas.
Essas nuvens, geralmente do tipo Cirrostratus, são finas e podem passar praticamente despercebidas para quem observa o céu a partir do solo. Entretanto, em grandes altitudes, elas podem conter inúmeros cristais de gelo.
Quando a luz solar atravessa esses cristais, sofre refração e reflexão, sendo desviada de maneira específica e criando o grande círculo luminoso ao redor do Sol.
Uma das características que mais chama atenção é a possibilidade de o halo apresentar cores semelhantes às do arco-íris.
Isso acontece porque a luz branca do Sol é composta por diferentes comprimentos de onda. Ao atravessar os cristais de gelo, a luz pode ser desviada e separada em diferentes tonalidades.
Os cristais funcionam, nesse processo, de maneira semelhante a pequenos prismas naturais suspensos na atmosfera.
O resultado é um círculo que pode apresentar tonalidades avermelhadas, alaranjadas, amareladas e outras cores do espectro visível, dependendo das condições atmosféricas e do ângulo de observação.
Essa é uma das curiosidades do fenômeno.
A presença do halo solar não significa que esteja frio na superfície.
Os cristais responsáveis pelo fenômeno encontram-se em nuvens localizadas em grandes altitudes, onde as temperaturas são muito mais baixas. Assim, mesmo com temperaturas elevadas em Salvador e em outras cidades baianas, pode haver gelo nas camadas superiores da atmosfera.
Segundo informações divulgadas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) a respeito do fenômeno observado na Bahia, a formação está relacionada justamente aos cristais de gelo presentes em nuvens muito altas.
A formação de um halo depende da combinação de alguns fatores atmosféricos.
É necessária a presença de nuvens altas contendo cristais de gelo, além de uma posição adequada do Sol e das condições necessárias para que a luz seja desviada pelos cristais.
Em Salvador, o fenômeno foi registrado por moradores de diferentes pontos da cidade nesta sexta-feira. A ocorrência também chamou atenção em outras áreas da Bahia.
Isso mostra que o fenômeno não está necessariamente relacionado ao surgimento de uma tempestade ou a uma alteração anormal no Sol.
O céu de Salvador foi um dos principais cenários dos registros desta sexta-feira.
Moradores de diferentes bairros fotografaram e filmaram o halo, compartilhando as imagens nas redes sociais. A cena também foi registrada na Ilha de Itaparica, mostrando que o fenômeno pôde ser observado em diferentes localidades da região.
Também houve registros no sul da Bahia, incluindo Ilhéus, onde moradores observaram o anel luminoso ao redor do Sol.
Assim, o fenômeno que chamou atenção na capital baiana também foi percebido em outras áreas do estado.
Sim.
O mesmo princípio pode produzir o chamado halo lunar.
Nesse caso, a luz da Lua atravessa cristais de gelo presentes em nuvens de grande altitude e produz um círculo luminoso ao redor do satélite.
A diferença é apenas a fonte de luz: no halo solar, temos o Sol; no halo lunar, a Lua.
Apesar de impressionante, o halo solar é um fenômeno óptico natural e não representa, por si só, uma ameaça ou alteração anormal no Sol.
Seu aspecto incomum, porém, faz com que muitas pessoas parem para fotografar e compartilhar o momento.
E foi exatamente isso que aconteceu na Bahia nesta sexta-feira.
Existe, entretanto, um cuidado importante.
Nunca se deve olhar diretamente para o Sol, mesmo quando há um halo ao redor dele. A intensa radiação solar pode causar danos aos olhos.
Para registrar o fenômeno, é recomendável utilizar uma câmera ou celular sem direcionar o olhar diretamente para o Sol por períodos prolongados.
Por trás daquele enorme círculo luminoso existe uma combinação fascinante: luz solar, nuvens de grande altitude, cristais de gelo e leis da Física.
O que parece uma pintura gigantesca no céu é, na verdade, um fenômeno natural perfeitamente explicável, mas nem por isso menos surpreendente.
📷Mari Mendes
| Cobertores de lã de ovelha são testados como alternativa às lonas de plástico para reduzir o derretimento de uma geleira nos Alpes suíços. 📷R7 |
Um cobertor gigante sobre uma geleira. A imagem pode parecer estranha, mas por trás dela existe uma experiência científica que busca enfrentar um dos sinais mais visíveis das mudanças climáticas.
Nos Alpes suíços, pesquisadores estão testando uma solução inusitada para desacelerar o derretimento do gelo: enormes cobertores feitos de lã de ovelha.
A experiência acontece na geleira Tsanfleuron, que se estende por aproximadamente 3,5 quilômetros. A proposta é descobrir se a lã pode proteger o gelo durante os meses mais quentes com eficiência semelhante à das tradicionais lonas de plástico.
Em junho, uma equipe formada pela Summit Foundation e pela Universidade de Lausanne instalou dois protótipos de cobertura em uma área de aproximadamente 200 metros da geleira.
Durante o verão, os pesquisadores passaram a acompanhar o local de perto. A cada duas semanas, novas medições eram realizadas para comparar o desempenho das mantas de lã com o das coberturas plásticas.
O objetivo era simples, mas ambicioso: descobrir qual material consegue retardar melhor a perda de gelo.
Segundo Timothee Steiner, gerente do projeto, os resultados observados até agora indicaram que a lã conseguiu conter o derretimento em nível semelhante ao plástico.
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A experiência, porém, não trata apenas da preservação das geleiras.
Existe uma segunda questão por trás dos gigantescos cobertores: o desperdício de lã.
Na Suíça, entre 40% e 70% da lã produzida no país é descartada todos os anos. Um material natural, produzido pela criação de ovinos, acaba muitas vezes sem uma destinação adequada.
O projeto tenta transformar esse desperdício em uma oportunidade.
Em vez de ser simplesmente descartada, a lã poderia ganhar uma nova função: ajudar temporariamente na proteção de áreas glaciais.
As coberturas funcionam como uma espécie de barreira física contra o calor. Ao cobrir o gelo, elas ajudam a reduzir a quantidade de energia térmica que chega diretamente à superfície.
Esse tipo de proteção já é utilizado em algumas geleiras europeias, especialmente em áreas consideradas importantes para atividades turísticas e esportivas.
A novidade do experimento suíço está justamente no material.
As tradicionais lonas sintéticas são substituídas por uma alternativa de origem natural, buscando reduzir também os impactos ambientais associados ao uso de materiais plásticos.
A resposta precisa ser vista com cautela.
As mantas podem ajudar a diminuir o derretimento em áreas específicas, mas não conseguem resolver a causa principal do recuo das geleiras: o aumento das temperaturas associado às mudanças climáticas.
Ou seja, a lã pode proteger uma determinada superfície de gelo, mas não consegue interromper o processo global de aquecimento.
Ainda assim, experiências como essa podem ajudar os pesquisadores a encontrar formas de ganhar tempo e preservar áreas consideradas estratégicas.
Existe algo de simbólico nessa experiência.
De um lado, está uma das maiores consequências do aquecimento do planeta: o desaparecimento gradual das geleiras.
Do outro, um material produzido pela natureza e que frequentemente é descartado: a lã das ovelhas.
No encontro dos dois, surge uma experiência que mistura ciência, reaproveitamento de resíduos e preservação ambiental.
Talvez os enormes cobertores não sejam capazes de impedir o desaparecimento das geleiras. Mas eles ajudam a levantar uma questão fundamental:
Se já precisamos cobrir o gelo para protegê-lo do calor, o que isso revela sobre as transformações que estão acontecendo no planeta?
O experimento realizado na geleira Tsanfleuron faz parte de uma busca por alternativas mais sustentáveis para reduzir a perda de gelo durante os períodos de maior calor. Os próximos resultados serão importantes para avaliar se a lã poderá realmente se tornar uma alternativa viável às coberturas sintéticas.
A experiência pode parecer inusitada, mas a mensagem é bastante concreta: diante das mudanças climáticas, até a lã que antes era descartada pode ganhar uma nova função na tentativa de preservar o gelo dos Alpes.
Ilustração: IA/ ChatGpt
Toda catástrofe política é precedida por um coral de pessoas instruídas dizendo: CALMA, ELE NÃO FARIA ISSO A história demostra o contrári...