sábado, 28 de março de 2026

Feijoada ao Mar chega à 27ª edição com nova data, local e grandes atrações

 

Tradição, sofisticação e grandes encontros marcam a nova fase do evento, que acontece em abril com open food, atrações consagradas e estreia na Arena A TARDE. Um dos eventos mais tradicionais e aguardados do verão baiano, a Feijoada ao Mar chega à sua 27ª edição reafirmando seu lugar no calendário social de Salvador. Reconhecida por unir gastronomia de excelência, música e um público seleto, a festa se consolidou como uma experiência premium que celebra o melhor do lifestyle baiano. *Em 2026, a grande novidade é a data: o evento será realizado no dia 11 de abril (sábado), marcando um novo momento para a festa, que segue evoluindo sem perder sua essência. Outra estreia é o local. Pela primeira vez, a Feijoada ao Mar acontecerá na Arena A TARDE, um espaço que promete elevar ainda mais o padrão de conforto, estrutura e experiência para o público.



No palco, duas atrações de peso: a banda Cheiro de Amor, um dos nomes mais emblemáticos da música baiana, que levará seu repertório vibrante e cheio de sucessos que atravessam gerações. Já Pierre Onassis, referência quando o assunto é animação e identidade musical da Bahia, completa a programação com sua presença marcante e performance contagiante. A experiência gastronômica também contará com open food, oferecendo uma feijoada completa e outras opções, reforçando o conceito de sofisticação e qualidade que marca a festa.

A Feijoada ao Mar segue sendo um ponto de encontro de empresários, formadores de opinião e amantes de boa música e gastronomia, em um ambiente que valoriza conexões, celebrações e grandes momentos. Para a colunista e idealizadora do evento, Alexandra Isensee, a edição deste ano simboliza uma nova fase da festa. “A Feijoada ao Mar chega à sua 27ª edição renovada, mas com a mesma essência que a consagrou. Pensamos em cada detalhe para proporcionar uma experiência ainda mais especial, com novidades no formato, no espaço e na data, sempre valorizando a boa música, a gastronomia e os encontros que fazem desse evento algo único”, comenta Alexandra. A anfitriã reforça ainda que tem muita novidade vindo por aí, com surpresas e experiências que prometem deixar essa edição ainda mais especial. Informações através do (71) 99298-4421.


domingo, 22 de março de 2026

BOLETIM SEMANAL DO AGRO




PANORAMA GLOBAL


O cenário agrícola internacional segue marcado por instabilidade climática e pressões por sustentabilidade. A produção de commodities como café, soja e milho continua sensível às variações de chuva e temperatura, especialmente em países tropicais.


A adoção de práticas sustentáveis, como o uso de bioinsumos e técnicas de agricultura regenerativa, avança como tendência consolidada, impulsionada por exigências do mercado europeu e acordos internacionais.


BRASIL EM FOCO


O Brasil mantém posição de destaque como potência agroexportadora. A safra de grãos 2025/2026 caminha para novo recorde, podendo ultrapassar 350 milhões de toneladas.

📷DIVULGAÇÃO


Por outro lado, persistem desafios estruturais:


Déficit de armazenagem de grãos;

Custos elevados de produção;

Impacto dos juros altos no crédito rural.


O avanço de acordos internacionais, como o Mercosul-União Europeia, traz oportunidades, mas também pressões ambientais mais rígidas sobre os produtores.


BAHIA EM DESTAQUE


A Bahia segue consolidando seu papel estratégico no agronegócio brasileiro, especialmente na região do MATOPIBA.


Principais pontos da semana:


 Produção agrícola em crescimento, com estimativa superior a 14 milhões de toneladas;

 Expansão de práticas sustentáveis e agricultura familiar;

 Setor cacaueiro enfrenta desafios com preços e competitividade internacional;

Monitoramento de pragas, como a ferrugem asiática da soja.


A diversidade produtiva do estado (cacau, soja, milho, frutas) reforça sua importância econômica e social.

📷SILVANA PINTO


 MERCADO E TENDÊNCIAS


 📉 Oscilação nos preços de commodities agrícolas

💰 Redução de preços de alguns alimentos ao consumidor

🌍 Crescente demanda por produtos sustentáveis

🚜 Pressão sobre pequenos produtores devido aos custos


 DESTAQUE DA SEMANA


Cacau e sustentabilidade no sul da Bahia

O sistema cabruca segue como referência de produção sustentável, conciliando cultivo e preservação da Mata Atlântica. Apesar disso, produtores enfrentam desafios relacionados ao mercado e políticas públicas.


📷SILVANA PINTO

Fontes: Reuters, SENAR, SEAGRI, ADAB

segunda-feira, 16 de março de 2026

Entre o cavaco e a sanfona: Jairo Barboza, Netto Bittencourt e Norberto Curvêlo se unem em projeto e levam a mistura do samba com o forró para o palco

Evento gratuito e aberto ao público, será realizado no dia 29 de março (domingo), no Largo da Mariquita (Rio Vermelho), a partir das 16h.

Três forrozeiros baianos que são destaque no São João e uma paixão também pelo samba e pelo axé music. Jairo Barboza, Netto Bittencourt (vocalista da banda Tio Barnabé) e Norberto Curvêlo, se unem e transformam a paixão além do forró num evento que vai enaltecer ainda mais a cultura musical. Vem aí no dia 29 de março (domingo), o evento "Entre o cavaco e a sanfona". O projeto será realizado no Largo da Mariquita, no Rio Vermelho, a partir das 16h e será gratuito e aberto ao público, reunindo muita música e um pôr do sol espetacular. No repertório, os amigos cantarão juntos suas canções e outras que são conhecidas e destaque na voz de grandes artistas. Será um fim de tarde diferente e ao som do melhor do samba e do axé music no estilo bem forrozeiro. A festa contará com participação da banda Do Chaves e da cantora Roberta Leal. "_A ideia do projeto surgiu pela representatividade da música na Bahia. Somos três forrozeiros e que também gostamos muito do samba. Será um momento muito especial no palco, onde estaremos cantando juntos vários clássicos do forró e um repertório com muitos sucessos de outros artistas. Vai ser uma mistura incrível para o público e enaltecer ainda mais o forró" _, comentam os forrozeiros.


domingo, 15 de março de 2026

Cabruca em tempos de crise: queda no preço do cacau preocupa produtores na Bahia

 


Durante décadas, o sistema cabruca tornou-se símbolo da cacauicultura no sul da Bahia e referência internacional de produção agroflorestal. Cultivado sob a sombra da Mata Atlântica, o cacau produzido nesse modelo ajuda a conservar a biodiversidade e mantém viva uma tradição agrícola histórica da região.

No entanto, em 2026, a cadeia produtiva enfrenta um novo desafio: a forte queda no preço internacional do cacau, que tem preocupado produtores e investidores.


O que é o sistema cabruca


O sistema cabruca é uma forma tradicional de cultivo de cacau desenvolvida no sul da Bahia desde o período colonial. Nesse modelo, parte da vegetação da Mata Atlântica é preservada, permitindo que as cacaueiras cresçam sob a sombra de árvores nativas.

Diferentemente das monoculturas agrícolas, que substituem completamente a vegetação natural, a cabruca mantém um ambiente mais próximo da floresta. Essa característica transforma as áreas de cacau em verdadeiros corredores ecológicos, capazes de abrigar aves, mamíferos e diversas espécies vegetais.

Estudos indicam que esse sistema agroflorestal contribui para a preservação da biodiversidade da Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos e ameaçados do planeta.

Além disso, muitas propriedades diversificam a produção com outras culturas, como cravo-da-índia, banana, cupuaçu e açaí, fortalecendo a renda das famílias rurais.





O colapso nos preços do cacau


Depois de atingir valores recordes em 2024, o mercado internacional do cacau entrou em um período de forte retração.

Em cerca de um ano, as cotações globais da amêndoa chegaram a cair mais de 70% em relação ao pico registrado anteriormente, reduzindo significativamente a rentabilidade da cultura.

Analistas apontam que a queda está relacionada a fatores como:

recuperação da produção em países africanos;

redução do consumo global após a alta de preços;

aumento da oferta no mercado internacional.

Com mais cacau disponível no mercado, o preço recuou rapidamente.




Impactos no sul da Bahia


A Bahia continua entre os principais estados produtores de cacau do Brasil, e a redução das cotações internacionais tem impacto direto na economia regional.

Pequenos e médios produtores, responsáveis por grande parte da produção, sentem de forma mais intensa as oscilações do mercado. A queda nos preços pode reduzir a margem de lucro das lavouras e dificultar novos investimentos nas propriedades.

Alguns projetos de expansão da produção de cacau no Brasil chegaram a ser planejados nos últimos anos, especialmente após a valorização da commodity em 2024. Porém, com a queda nas cotações, muitos desses projetos passaram a ser reavaliados ou adiados.


Chocolate de origem e diversificação


Apesar do cenário desafiador, especialistas apontam caminhos para fortalecer a cadeia produtiva do cacau. Um deles é a valorização do chocolate de origem, movimento que tem crescido na Bahia nos últimos anos.

Pequenas fábricas artesanais e produtores rurais têm investido na produção de chocolates “bean-to-bar”, modelo em que todo o processo, da amêndoa ao chocolate, ocorre na própria região produtora.

Esse tipo de iniciativa agrega valor ao cacau e reduz a dependência exclusiva do mercado internacional de commodities.



Cabruca e o futuro sustentável do cacau


Mesmo diante das oscilações de mercado, o sistema cabruca continua sendo visto como uma alternativa importante para a agricultura sustentável.

Ao manter árvores nativas, proteger o solo e preservar parte da estrutura da floresta, esse modelo ajuda a reduzir impactos ambientais e pode contribuir para a adaptação da agricultura às mudanças climáticas.

No sul da Bahia, onde o cacau e a Mata Atlântica convivem há mais de dois séculos, a cabruca segue como símbolo de uma relação histórica entre produção agrícola, cultura regional e conservação ambiental.


Texto e Fotos: Silvana Pinto

Referências:

https://www.reuters.com/business/environment/brazils-dreams-industrial-scale-cocoa-farms-fading-after-price-crash-2026-03-12/?utm_source=chatgpt.com

https://ibcacau.com.br/cabruca/?utm_source=chatgpt.com


Nando Cordel e Dominguinhos, um dueto “Bom Demais”

 Quem vê um lindo pomar não sabe a luta de quem preparou a terra, escolheu as melhores sementes e irrigou toda aquela fartura. Nando Cordel é um destes plantadores da genuína música popular brasileira. Neste vídeo, o cantador nos conta como foi o início da sua “andança”.

Depois de muita plantação sem colheita, Nando Cordel teve a felicidade de ter no seu caminho aquele que um dia foi pupilo de Gonzagão, e ele sabia como a generosidade é importante para fazer florescer novos embaixadores da música. Além do mais, ser apadrinhado por Dominguinhos é um daqueles sinais dos deuses da música que diz: “Vai, bravo artista, viva da sua arte e encante o povo com o seu talento”.

Enquanto Dominguinhos buscava a sanfona, Nando Cordel, alvoroçado para mostrar serviço, escreveu nada menos que a metade do clássico: “Isso aqui tá bom demais”. E imagine a cena: ver o espanto de Dominguinhos com a velocidade de criação de Nando Cordel, e com aquela fala de cabra bom, dizer: “Meu Deus, é assim rápido?”. E Nando Cordel, com a certeza de quem se apaixona pela primeira vez, não titubeou na resposta: “Eu disse: é”.


Mas Dominguinhos, que nunca gostou de generosidade pouca, convidou somente Chico Buarque para participar da gravação da canção. Nando Cordel, que até então estava fora do rol dos imortais da música brasileira, casou a sua obra com dois dos maiores artistas de todos os tempos.

Mas Nando Cordel, que ainda vivia numa situação de vaca desconhecer bezerro, ganhou mesmo Dominguinhos com a letra que remendou o coração partido do mestre. Depois de ouvir o lamento de amor do parceiro, escreveu no guardanapo a letra: “De volta pro meu aconchego”.

Nando Cordel é pernambucano, nascido em Cabo de Santo Agostinho. Filho de um comerciante que também era poeta e repentista, Seu Manoel do Posto e de uma dona de casa, Dona Nata — daí se explica a poesia, o improviso e a cantoria afiada. Na outra ponta, José Domingos de Morais, o Dominguinhos, rebento da afamada Garanhuns, cidade que também poderia ser chamada de “Garanhuns de Dominguinhos”. Nando naquele primeiro contato com seu mestre ainda não sabia, mas aquele encontro do rio com o mar desaguaria em uma das parcerias mais profícuas da música de Pernambuco. A sorte foi nossa!

Nando Cordel tornou-se um dos maiores cantores e compositores da geração de ouro da música nacional. Contudo, o seu destino poderia não ser o mesmo sem a generosidade, reconhecida pelo mundo da música, do nosso eterno Dominguinhos: sorriso de passarinho e coração do tamanho do Brasil, o artista que fez da sua sanfona terra fértil, ou melhor, um lindo pomar que reúne os melhores da nossa música popular brasileira.


Fonte: Josias Gomes- TCE-BA

domingo, 8 de março de 2026

Feliz Dia Internacional da Mulher!



Hoje celebramos a força, a coragem e a sensibilidade que transformam o mundo todos os dias.

Ser mulher é carregar histórias de luta, de cuidado, de sabedoria e de esperança. É plantar sonhos mesmo em tempos difíceis e fazer florescer caminhos para as próximas gerações.

Que neste Dia da Mulher possamos reconhecer, respeitar e valorizar cada mulher,  nas suas vozes, nas suas escolhas, nas suas conquistas e na sua liberdade de ser quem é.

Que nunca falte espaço para a dignidade, para a igualdade e para o brilho que cada mulher traz para o mundo.

Feliz Dia Internacional da Mulher!

sexta-feira, 6 de março de 2026

Banda Colher de Pau inicia temporada de forró com shows na The Green House dia 06 (sexta) e no Mariposa Vilas dia 07/03



O Carnaval acabou e o climinha do São João já começa a tomar conta da capital baiana com o som do forró. E pra dar um ponta pé inicial na temporada junina de 2026, a banda Colher de Pau,  destaque no mercado há 30 anos, se apresenta nesta sexta (06 de março) na The Green House, localizada no Rio Vermelho com o "Forró da Green" e no sábado (07 de março) no Mariposa Vilas, em Vilas do Atlântico com o "Forró no Maripa", sob o comando do vocalista Gil Kalazans, que assumiu o grupo no ano passado. Os shows começam a partir das 20h e tem ingressos à venda nos locais. Conhecida pela sua lista de hits de sucesso, como "Amore Mio", "Natalie", "Janaína", "Casadas", "Beijar é Bom", "Festança", "Biquíni", "Flor de Avelã"_ dentre outras, a Colher de Pau traz na sua essência influências de grandes nomes do estilo nordestino, como Flávio José, Dorgival Dantas, Adelmário Coelho,  Xand Avião, Wesley Safadão, Natanzinho e Raí Saia Rodada. 

Consagrada como a "primeira banda de forró na Bahia", surgiu no ano de 1995 em Salvador através de um grupo de amigos e primos. O que no início era somente um sonho e diversão com a música, tendo apenas a sanfona e o violão como companheiros e ensaios nas suas próprias casas, virou realidade e foi conquistando espaço e reconhecimento do público. Hoje, destaque por onde passa pela sua versatilidade,  a Colher de Pau que ganhou esse nome após um dos integrantes usar uma 'colher de pau' como baqueta de percussão, traz na sua história grandes momentos. O grupo já se apresentou em cidades como Aracaju, Fortaleza, Recife, Maceió, São Paulo, dentre outras; tem 11 cd's gravados, sendo três deles ao vivo e já teve como vocalistas Léo Estakazero, Felipe Pezzoni, Kiko Salli e Zay Rios_. Com um repertório totalmente eclético, a banda mistura desde o tradicional pé-de-serra até o vanerão, piseiro, sertanejo, vaquejada, forró romântico e a colher elétrica, estilo característico da sua marca e que está sempre presente por toda a Bahia em diversas festas.



📸 fotos/divulgação




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O que é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)?

 

MATAS CILIARES E SUA IMPORTÂNCIA

 

O que são Terras Raras? E para que servem?

 


Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos da tabela periódica, compostos por 15 elementos da série dos lantanídeos (do lantânio ao lutécio), além do escândio e do ítrio, que possuem propriedades químicas semelhantes. Apesar do nome, esses elementos não são exatamente "raros" na crosta terrestre; o termo se refere à dificuldade de encontrá-los em concentrações economicamente viáveis para extração.

Esses elementos são fundamentais na fabricação de uma ampla gama de tecnologias modernas, como:

* Ímãs potentes usados em turbinas eólicas e motores elétricos;

* Telefones celulares, telas de LED e baterias recarregáveis;

* Equipamentos médicos e sistemas de defesa (radares, lasers, etc.).

A extração e o processamento das terras raras são complexos e causam impactos ambientais significativos, pois geralmente envolvem o uso de produtos químicos tóxicos e geram resíduos radioativos. Atualmente, a China domina a produção mundial, o que levanta preocupações geopolíticas e econômicas quanto ao abastecimento global desses materiais estratégicos.

Em resumo, terras raras são elementos cruciais para o avanço tecnológico, mas seu uso envolve desafios ambientais, econômicos e estratégicos importantes.




📷Jornal da USP

CONHEÇA A ÁRVORE EMBIRUÇU

 


O embiruçu é uma árvore nativa que pode atingir até 25 metros de altura, com copa e galhos esparsos. É considerada uma espécie pioneira e secundária, colonizadora de clareiras, sendo empregada no plantio para recuperação de áreas degradadas e de preservação permanente.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Carnaval Raiz! Pipoca do Mudei de Nome leva uma multidão e agita circuito Campo Grande!

 


A tradicional Pipoca do Mudei de Nome mostrou, nesta terça-feira (17), que o Carnaval raiz segue mais vivo do que nunca. No circuito Circuito Osmar, a rotulada “pipoca dos 40+” arrastou uma multidão apaixonada pelos clássicos que marcaram época e embalaram gerações.

Conhecida por reunir foliões que viveram intensamente os carnavais das décadas passadas, a pipoca levou para a avenida sucessos que fizeram o chão do Campo Grande tremer. Era um coro coletivo, cheio de memória afetiva, abraços demorados e aquela vibração que só quem já curtiu bloco de trio nos anos dourados entende.

E não é porque se trata da despedida do Carnaval de 2026 que a turma desanimou. Muito pelo contrário, o sol brilhou para que as estrelas do Axé Music desfilassem na passarela carnavalesca. A energia foi de celebração, reencontro e gratidão. A banda transformou a avenida em uma verdadeira viagem no tempo, provando que o espírito do Carnaval raiz resiste, emociona e continua arrastando multidões.

Entre guitarras afiadas, letras que atravessaram décadas e um público fiel, a Pipoca do Mudei de Nome reafirmou seu lugar como símbolo da folia tradicional. No Campo Grande, a emoção falou mais alto,  e o Carnaval se despediu em grande estilo, com gosto de quero mais.



terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Segunda-feira foi de energia positiva no Dodô: Ivete, Camaleão, Gandhy e Xanddy sacudiram Salvador!


Bloco Camaleão

A segunda-feira de Carnaval amanheceu elétrica em Salvador. No Circuito Dodô (Barra-Ondina), o mar azul fez moldura para uma multidão vibrante que transformou a orla em um corredor de alegria, tradição e potência musical. A folia seguiu com força total, reunindo grandes nomes da música baiana, blocos históricos e trios que arrastaram uma verdadeira onda de energia do Farol até Ondina.

O  Bloco Coruja, comandado por Ivete Sangalo, foi um espetáculo à parte. Ivete surgiu radiante, dona de uma presença que contagiou do primeiro ao último acorde. O circuito pulsou ao som de seus sucessos, enquanto a multidão cantou em uníssono, formando um coral gigante a céu aberto. Foi impossível ficar parado: o Coruja passou  deixando um rastro de euforia, emoção e conexão coletiva.

Bloco Coruja

Logo atrás, o tradicional Bloco Camaleão coloriu o circuito com seus abadás azuis, criando um verdadeiro mar de alegria que avançou pela avenida. A cada batida, a energia cresceu, os foliões se abraçaram e transformam o percurso em uma celebração vibrante da música baiana. O azul tomou conta da Barra-Ondina, simbolizando união e intensidade em mais um desfile histórico. Bell Marques mais uma vez balançou a galera do Camaleão no percurso do Circuito Dodô, com muita energia e repertório forte.










Deputado Zé Neto e sua esposa Naiana, jornalista Silvana Pinto, Lílian Oliveira

Entre um trio e outro, surgiu o tapete branco dos Filhos de Gandhy. Com seus turbantes e colares azuis, eles espalharam mensagens de paz e espiritualidade, mantendo viva uma das tradições mais emblemáticas do Carnaval. A passagem do bloco foi marcada por respeito e admiração, um momento em que a festa também se veste de fé e ancestralidade.



A musicalidade ganhou delicadeza e força feminina com as Filhas de Gandhy, que reafirmaram a importância da representatividade e do protagonismo das mulheres na cultura afro-baiana. Seus cantos e ritmos ecoaram como resistência e celebração, ampliando o significado da festa para além da diversão.

E quando o pagode tomou conta do circuito, o balanço de Xandy sacodiu a multidão. O cantor transformou a avenida em um grande baile a céu aberto, com coreografias sincronizadas, sorrisos largos e uma energia contagiante que fez o asfalto tremer. Foi o ritmo quente que embalou a segunda-feira e reafirmou: em Salvador, a folia não conhece cansaço.

No Circuito Dodô, cada trio que passou escreveu mais um capítulo dessa história vibrante. A segunda-feira confirmou que o Carnaval da capital baiana é feito de música, tradição, fé, ancestralidade e, acima de tudo, de um povo que sabe celebrar como ninguém.






domingo, 15 de fevereiro de 2026

Pipoca de Saulo arrasta multidão, chuva refresca o circuito e Timbalada, Psirico, Lincoln Senna mantêm a energia lá no alto!

 


O quarto dia do Carnaval de Salvador transformou o Circuito Osmar em um verdadeiro mar de gente, alegria e energia contagiante. No coração da folia, a tradição falou mais alto e a festa mostrou, mais uma vez, por que o Centro é a alma do Carnaval.

Um dos momentos mais aguardados foi a pipoca de Saulo, que arrastou uma multidão pelas ruas do Campo Grande. Sem cordas, sem barreiras e com muito amor, Saulo comandou um espetáculo de celebração coletiva, embalado por sucessos que fizeram o público cantar em coro. Era sorriso no rosto, abraço apertado e aquela energia positiva que só o Carnaval raiz consegue proporcionar.

E quando o calor parecia querer dominar a tarde, a chuva chegou como bênção. Longe de espantar os foliões, refrescou, renovou o fôlego e chamou ainda mais gente para a rua. Foi aquele banho coletivo que mistura suor, água e felicidade, cenário perfeito para manter a vibração lá em cima.

A festa seguiu pulsando forte com a potência percussiva da Timbalada, que levou seus tambores e sua identidade marcante ao circuito. O swing inconfundível do Psirico também sacudiu a multidão, transformando o asfalto em pista de dança a céu aberto. Já Lincoln Senna manteve o clima de alto astral, mostrando que o Carnaval do Campo Grande segue vivo, forte e democrático.



No quarto dia, o Circuito Osmar reafirmou sua essência: tradição, diversidade musical e o povo como protagonista. Entre chuva refrescante, pipoca lotada e tambores vibrando, o Campo Grande provou que a magia do Carnaval de Salvador continua pulsando no Centro, com alegria que não se mede, se sente.


Presidente Lula participa do Carnaval de Salvador 2026, e vibra ao som da BaianaSystem

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva marcou presença no Carnaval de Salvador 2026 e transformou a folia em um momento de forte simbolismo político e cultural. Ao prestigiar a tradicional passagem das As Muquiranas, Lula foi recebido sob aplausos e palavras de ordem que ecoaram pelos circuitos da festa.

No meio da multidão vibrante, a energia ganhou ainda mais intensidade com a apresentação da banda soteropolitana BaianaSystem. Conhecida por sua potência sonora e forte engajamento social, o grupo puxou o coro que rapidamente tomou conta do circuito: “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”. 


 O momento foi registrado e divulgado nas redes sociais pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que compartilhou o vídeo mostrando a sintonia entre o presidente, os artistas e o povo baiano. A cena reforçou o Carnaval como espaço não apenas de celebração, mas também de expressão democrática.

A presença de Lula na capital baiana reafirma a histórica conexão entre o presidente e a Bahia, especialmente com Salvador, onde política e cultura caminham lado a lado. Ao homenagear a tradição das Muquiranas e celebrar a força musical da BaianaSystem, o presidente se inseriu em um dos momentos mais emblemáticos da maior festa popular do país, mostrando que, no Carnaval, alegria e posicionamento também desfilam juntos.



sábado, 14 de fevereiro de 2026

Segundo dia Oficial de Carnaval e Salvador Viveu mais uma vez o Maior Espetáculo do Mundo


Ontem, 13 de fevereiro, Salvador viveu mais uma vez o maior espetáculo do mundo: o seu Carnaval. A cidade amanheceu em ritmo de festa e entregou ao planeta o segundo dia da folia mais democrática que existe. Nas ruas, nos largos e nas avenidas, a energia foi contagiante. Não houve distinção de idade, origem ou classe social, todos se encontraram no mesmo compasso, celebrando a liberdade de brincar, cantar e viver intensamente cada acorde.

No circuito Osmar, no Campo Grande, a tarde começou carregada de emoção com a tradicional pipoca de Saulo. Sem cordas, sem barreiras, apenas a força da música e o abraço coletivo da multidão que o acompanhou mais uma vez. Fãs de longa data, crianças nos ombros dos pais, turistas encantados e foliões apaixonados formaram um verdadeiro mar humano que cantou em coro, reafirmando que o Carnaval de Salvador foi, e continua sendo, a união de todos os ritmos, o grande encontro das diferenças.


E a festa cresceu ainda mais no Osmar. Silvanno Sales, Tony Salles, Filhos de Jorge e É o Tchan transformaram a avenida em um imenso coral a céu aberto, onde cada refrão ecoou como um hino de alegria e pertencimento.


Já no circuito Dodô (Barra/Ondina), a orla virou espetáculo. Claudia Leitte, BaianaSystem, Timbalada e Daniela Mercury comandaram trios que arrastaram multidões, embalando foliões sob um dos pores do sol mais vibrantes do verão brasileiro.

O Carnaval de Salvador mostrou, mais uma vez, por que é único. Foi uma celebração plural, onde abadá e pipoca dividiram o mesmo espaço, onde o riso foi coletivo e a música se tornou ponte entre histórias diferentes. A cidade se transformou em palco, e cada pessoa virou protagonista de uma festa que acolheu, uniu e fez pulsar gerações inteiras sob a mesma batida.


Reportagem: Silvana Pinto

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Mudei de Nome, a pipoca que celebra o tradicional carnaval da avenida.




A pipoca do Mudei de Nome tomou conta do Circuito Osmar (Campo Grande), no Carnaval de Salvador, e mostrou que a essência da folia continua viva, pulsando forte, sem cordas e sem barreiras.

Na quinta-feira (12), o movimento musical transformou a avenida em um grande abraço coletivo. Energia positiva, gente animada e muitos foliões que já viveram carnavais históricos ao som de antigos blocos voltaram às ruas para celebrar a liberdade que só a pipoca proporciona.

No comando da festa, Ricardo Chaves, celebrando impressionantes 45 carnavais, liderou o cortejo ao lado de Magary Lord, André Lellis e Jonga Cunha. Juntos, eles conduzem o Mudei de Nome como quem carrega uma bandeira: a de resgatar a alegria, a irreverência e a conexão direta com o povo.

O show é mais que um desfile , é um reencontro. Um encontro de artistas que ajudaram a escrever a história do Axé e que agora transformam a rua em palco aberto de celebração, memória e liberdade. Antigos foliões, que já seguiram blocos puxados por esses nomes icônicos, reviveram emoções ao som de clássicos que marcaram gerações.

Sem cordas, sem divisões, apenas a música guiando a multidão, o Mudei de Nome reafirma o Carnaval como manifestação popular democrática. A pipoca se consolida como espaço de pertencimento, onde todos dançam juntos, lado a lado, embalados pelo Axé , expressão cultural que traduz identidade, resistência e felicidade coletiva

O movimento ainda volta às ruas do Circuito Osmar na terça-feira (17), prometendo mais um capítulo dessa festa que celebra o Axé como patrimônio vivo da cultura baiana.

No Campo Grande, ontem, não havia apenas foliões. Havia história, memória afetiva e a certeza de que o Carnaval de Salvador continua sendo do povo, e para o povo.

Reportagem: Silvana Pinto




quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

A folia tem nome e legado: Preta Gil será a alma do Carnaval 2026 no Expresso 2222

O Expresso 2222 abriu as portas, nesta quarta-feira (11), para anunciar as novidades do Carnaval,  e o que era para ser apenas uma coletiva de imprensa se transformou em um encontro marcado por afeto, memória e homenagem.

Entre sabores, histórias e emoção, Flora Gil revelou que o camarote mais icônico da folia baiana ganhará, este ano, um toque especial de cuidado e bem-estar: um espaço assinado por Bela Gil, dedicado à alimentação saudável. Mas a novidade vai muito além do cardápio.

Tradicionalmente conhecido pela fartura, “muita bebida, muita comida, você até se perde”, brincou Flora, o Expresso 2222 sempre foi sinônimo de celebração intensa, encontros que atravessam o dia e invadem a noite. “Eu fico aqui durante o dia todo, às vezes varo à noite. É água, é um acarajé, volta, pega outra coisa…”, contou, descrevendo o ritmo vibrante do espaço que se tornou ponto de partida dos trios no circuito Barra–Ondina.

Agora, em meio à energia contagiante da festa, surge um novo convite: desacelerar sem sair do Carnaval. “Vamos ter um pedacinho de Bela Gil aqui”, anunciou Flora. Os convidados poderão experimentar delícias do restaurante Camélia, de São Paulo, uma iniciativa que conta com o apoio da marca TikTok e reforça a proposta de levar alimentação saudável para dentro da folia. “É isso que a marca quer: trabalhar a alimentação saudável na folia, principalmente.”

Para Bela, o momento tem um significado ainda mais profundo. Sua relação com o Expresso 2222 é de pertencimento. “Sou do Expresso desde pequenininha. Eu tinha 11 anos quando ele começou oficialmente”, relembrou, com brilho nos olhos.

Filha da Bahia e da música, Bela cresceu ao som do axé, da música afro, das batidas que moldaram gerações. “Eu sou baiana, gosto muito da música baiana, em todas as suas variedades. Escutava muito em casa, amava todas as bandas. E, na época do Carnaval, eu queria estar na rua para assistir tudo aquilo.” Hoje, ela não apenas assiste, ela faz parte da construção dessa história.

Mas o anúncio mais emocionante ficou para o tema do Carnaval 2026 do Expresso 2222: uma homenagem ao legado de Preta Gil.

Entrevista: Janaina Mendonça/ imagem:Silvana Pinto

Mais do que uma cantora, Preta é símbolo de força, alegria, autenticidade e amor à cultura brasileira. Sua energia expansiva, sua voz potente e sua presença marcante ajudaram a moldar a identidade do camarote e da própria festa. Celebrar Preta é celebrar a liberdade de ser, a potência feminina, a ancestralidade e o orgulho de uma Bahia plural e vibrante.

No ponto exato onde os trios elétricos começam a desfilar pela Barra–Ondina, o Expresso 2222 não será apenas um camarote, será um tributo. Um espaço onde música, memória e emoção se encontram para reverenciar uma artista que transformou sua própria história em inspiração para milhares de pessoas.

Em 2026, o Carnaval do Expresso terá sabor, terá cuidado, terá afeto e, acima de tudo, terá Preta Gil como estrela maior de uma homenagem que promete tocar corações e fazer da folia um ato de celebração da vida.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Estreando no Carnaval de Salvador, cantora Larissa Mello comandará trio nos circuitos Campo Grande e Barra-Ondina

 

Com trio independente e pela primeira vez na folia, cantora estará na avenida na segunda-feira (16 de fevereiro) no circuito Osmar/Campo Grande e na terça (17 de fevereiro) no circuito Barra-Ondina




Tem novidades no Carnaval de Salvador 2026 e para abrilhantar ainda mais a maior festa de rua do planeta com a presença e a força feminina na música baiana, a cantora Larissa Mello é confirmada na folia. Estreando na avenida, Larissa irá comandar trio elétrico independente na segunda-feira (16 de fevereiro) no Circuito Osmar/Campo Grande e na terça-feira (17 de fevereiro) no Circuito Barra-Ondina animando o público com o melhor do axé music. No repertório, sua mais nova canção de trabalho "Cavalona" lançada recentemente e aposta para o Carnaval. O hit já está disponível em todas as plataformas digitais e sucesso em suas redes sociais. 


No universo da música desde a infância



Larissa foi criada em Irará (BA) até os seus cinco anos de idade. Com 11 anos, começou a participar de concursos musicais na cidade. Aos 14, fez parte de uma banda de forró e por lá se manteve durante algum tempo. Com 19 anos, retornou para Salvador e passou a dividir o sonho e a paixão pela música com outros trabalhos, pois precisava se manter na capital. Durante esse período, foi cabeleireira, vendedora em shopping etc. Depois integrou a banda Eletricaz e em 2011 participou da 15ª edição do Programa The Voice, na Rede Globo. De lá pra cá, a baiana retada e dona de um vozeirão grave e uma presença de palco marcante, vem seguindo sua história e trilhando novos caminhos. 


"Estou em êxtase, estou muito feliz. Fazer parte do Carnaval de Salvador é um sonho. Sempre sonhei e desejei viver esse momento. Estar na avenida puxando um trio elétrico, comandando uma pipoca nos circuitos Barra-Ondina e Campo Grande, é uma imensa realização pra mim. Será lindo demais. Estou preparando um repertório incrível que não vai deixar ninguém parado. Vamos balançar a avenida com muita alegria e aquele axé music que só a Bahia tem!", comenta a cantora Larissa Mello.



🔗 LINK DA MÚSICA "CAVALONA":

📸 Divulgação

sábado, 7 de fevereiro de 2026

PRÉ-CARNAVAL DE SALVADOR AO VIVO | FURDUNÇO

📷Prefeitura Salvador

A cidade pulsa diferente neste sábado e o som que toma conta da orla anuncia, sem pedir licença, que o pré-Carnaval começou. A partir das 14h, o Circuito Orlando Tapajós virou um grande rio de gente, música e cor, correndo no sentido Ondina–Barra, com alegria espalhada no asfalto quente e nos sorrisos que se cruzam.

Os primeiros acordes já ecoam, e o público acompanha cada trio, cada banda, cada batida, como quem reconhece um chamado antigo. O Furdunço abre alas e reafirma sua vocação: é festa de rua, é diversidade, é encontro. A mudança do domingo para o sábado não diminui em nada a energia, pelo contrário, parece acelerar o coração da cidade, que dança como se soubesse que esse é só o começo.

Pelo circuito, 57 atrações desfilam agora, uma após a outra, compondo um mosaico sonoro que traduz a alma baiana. Daniela Mercury levanta multidões, BaianaSystem transforma o chão em território de resistência e transe coletivo, Armandinho e Irmãos Macedo resgatam a memória elétrica do Carnaval, enquanto Parangolé, Pagodart, Escandurras, Filhos de Jorge, Kart Love e Mambolada fazem o corpo responder sem pensar. Entre um trio e outro, grupos culturais, DJs, bandas independentes e projetos da cidade mostram que o Furdunço é também palco de pertencimento.

A rua ferve. Tem samba, pagode, forró, arrocha, afro, eletrônico, pop, dança coreografada e improviso. Tem gente que chega cedo, gente que se junta no meio do caminho, gente que só observa, mas acaba entrando no ritmo. O Furdunço acontece agora como um grande ensaio geral da folia, onde não há cordas, nem distinções  só o desejo coletivo de celebrar.

Salvador já está em Carnaval, mesmo antes do Carnaval. E o Furdunço, acontecendo neste exato momento, confirma: a festa não é só um evento, é um estado de espírito que ocupa a cidade inteira




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